VEDANTA

Vedanta é uma ciência de investigação do ser humano em profundidade.

​Introdução

Ao longo de séculos ininterruptos até os dias de hoje os sábios do Vedanta (rishis) têm sondado minuciosamente a natureza do ser humano, chegando a conclusões sem precedentes na História, colocando ao dispor de todas as pessoas indistintamente o vasto legado resultante do trabalho incansável e dos exemplos de seus sábios, santos e cientistas - os rishis.

Neste terreno nada está baseado em imaginação ou qualquer tipo de crença, fé ou autoridade. Cada passo de suas disciplinas pode ser verificado, cada experimento pode ser reproduzido a qualquer tempo. Este legado tem um profundo sentido prático porque permite a cada um de nós desvendar suas potencialidades intrínsecas, trabalhar seu aprimoramento e superar toda sorte de limitação, tornando-nos seres humanos melhores, mais felizes, mais abrangentes, mais harmoniosos, pacíficos e bem-sucedidos.

A palavra Vedanta - de origem sânscrita e masculina - é uma combinação de duas outras: "Veda" que significa a eterna fonte do conhecimento e "anta" que significa "a parte final" ou a "essência". E assim temos: A essência dos Vedas, ou o seu mistério mais profundo. Neste contexto, entende-se por "conhecimento" não aquele conhecimento limitado que adquirimos através da mera leitura de livros. "Conhecimento", aqui, significa o conhecimento do Ser em profundidade, o conhecimento de Si, de sua real natureza e capacidade.

Podemos dizer que a Vedanta fornece uma base racional para a compreensão de Deus, e que Sri Ramakrishna reviveu os métodos práticos de realização da Divindade no homem. Vivekananda combinou esses elementos de uma maneira atrativa e deu aos homens um caminho prático a seguir, adaptado às suas diferenças individuais.

O mundo do conhecimento pode ser secular ou espiritual, mas todo conhecimento tem natureza sagrada para a Vedanta. Podemos iniciar por um conhecimento secular, e continuarmos a busca na direção do espiritual. Vedanta é, pois, a busca do profundo conhecimento de Si Mesmo.

Queremos a verdade das coisas. Não queremos meras opiniões, meras crenças. Se temos uma crença, essa crença é verdadeira? Qualquer um pode acreditar, mas a crença é verdadeira? É isso que faz a ciência. Qualquer crença que possa ser sujeita a investigação contribui para a ciência. Isso se torna então uma crença verdadeira. 

Nossa crença está baseada na verdade, podemos demonstrar a verdade dela? As respostas a essas perguntas são simplesmente maravilhosas. Elas têm uma tremenda relevância para nossa busca pela verdade mais elevada.

Quanto mais conhecimento adquirirmos, mais riqueza poderemos criar e compartilhar. Fora do trabalho eficiente inspirado pelo conhecimento não existe outro meio de se alcançar a plenitude da existência.

O Conhecimento de Si Mesmo é o valor supremo, a maior e a mais esplêndida façanha da vida.

Alguns conceitos fundamentais

Brahman (O fundamento espiritual do universo)

Vedanta verificou que tudo que se manifesta no mundo, bem como o próprio mundo, está em constante mudança e concluiu que tudo o que é mutável tem um princípio no tempo, e também um fim. Tudo muda e tudo passará. Neste mundo, estamos todos de passagem.

Mas haverá algo que não muda? Algo que não tenha princípio e nem tampouco um fim? Algo que seja eterno e permanente? Esta é outra descoberta inconteste. Vedanta dá um enfático sim a esta pergunta, pois constatou que no âmago de todo ser, no Eu mais profundo e recôndito de toda criatura jaz a mesma e única Realidade indivisa, cuja natureza é a pura consciência, eterna e incondicionável, que está além de todo espaço tempo e causalidade.

É esta consciência suprema que manifesta a si própria como mundo, como criaturas, como corpo, mente, elementos e a própria natureza. Este é o conceito de divindade na Vedanta, o significado da palavra Deus. O termo em sânscrito para essa realidade transcendente e impessoal é Brahman, o fundamento divino do ser.

Brahman é somente uma palavra. Aqui poderíamos chamar a Deus por 'x' ou 'y' sem problemas. Porém a palavra Brahman tem um potente significado. Ela deriva da palavra sânscrita bŗhad, referindo-se a algo que é expansivo, grande, infinito. Algo que lida com este universo inteiro envolvendo-o dentro e fora.

Brahman representa essa realidade última do universo. Felizmente, na Índia, essa realidade não é extra-cósmica. Não há uma filosofia dualista na Índia. Não há um Deus contraposto ao universo. O universo veio de Deus e não é diferente dele. Essa é a teoria nos Upanishads.

Feche os olhos, você vê Brahman; abra seus olhos, você vê o mesmo Brahman nos nomes e formas ao seu redor. De Brahman o universo veio, em Brahman o universo repousa, e para Brahman o universo retorna.

A suprema unidade de todas as coisas

Assim, nos Upanishads, nós recebemos este conhecimento como a verdade mais elevada. Nada além pode existir quando você chega à unidade. A unidade universal que os sábios indianos descobriram, investigando a dimensão profunda deste ser humano e descobrindo a dimensão infinita, imperecível e não dual do que experimentamos como nosso eu. Visto pelos sentidos, é finito; ao penetrar mais fundo, revela sua dimensão infinita; acima do nível da água, vemos uma ponta de uma rocha; mas pesquisando abaixo do nível da água, percebemos sua imensa dimensão.

Esta unidade suprema, entre o universo e Brahman, entre a alma humana e a alma de todas as almas, encontramos condesadas nas "grandes declarações" dos Upanishads conhecidas por mahavakyas: no Chandogya (6.7), Tat Tvam Asi - 'Tu és Aquele', no Manḍukya (2) Ayam Atma Brahma - Este Eu é Brahman', no Bṛhadāraņyaka (1.4.10), Aham Brahma Asmi - 'Eu sou Brahman', e no Aitareya (5.3), Prajñānam Brahma - 'Brahman (é do natureza da) consciência'; e outra grande expressão na Muņḍaka (2.2.11), Brah-maivedam-amṛtam - 'Todo esse universo manifestado é o imortal Brahman'. 

Brahman é da natureza de Sat - Ser, Cit - Consciência, e também Ānanda - Felicidade. Todos os tipos de alegrias obtidas através dos sentidos humanos são apenas gotas dessa felicidade infinita de Brahman, proclama corajosamente o Vedanta.

O maior templo de Deus está no coração humano

Puro, perfeito, livre de limitações, nosso ser essencial está unido com o Espírito Supremo. O maior templo de Deus é o coração humano, e a meta da vida é manifestar essa divindade inerente. Consciente ou inconscientemente, todo ser humano caminha para expressá-la, pois ela é nossa verdadeira natureza.

Brahman é existência, consciência e felicidade infinitas, afirma a Vedanta. Essa realidade é transcendente e impessoal.  Ainda assim, a Vedanta também afirma que Deus pode ser pessoal, assumindo forma humana em diferentes épocas. Mais importante: Deus mora em nossos corações como o divino Ser ou Atman, que não nasce e nem morre, que não é afetado por nossas falhas ou pelas alterações de nossos corpos e mentes.

A eterna ordem moral

Os Vedas declaram também que Deus é o criador e sustentáculo de rita, a eterna ordem moral. Todo o universo é controlado por rita. Todas as leis que mantém a ordem deste universo e dos outros mundos sutis estão incluídas em rita. Ninguém, neste universo, pode escapar desta lei moral. Portanto, o hinduísmo considera a consciência infinita como a própria base da ética e da moralidade.

A capacidade de estabelecer relações felizes com os outros é uma capacidade espiritual. Não vem do intelecto. Um pessoa de grande erudição pode ter uma mentalidade bastante mesquinha. Grande erudição e mesquinhez podem andar juntas.

Mas quando sua consciência espiritual é despertada, mesmo que um pouco apenas, você começa a sentir sua unicidade com tudo à sua volta. Neste ponto presenciamos o nascimento dos verdadeiros valores na vida humana. Esta é uma ótima lição que devemos aprender. Uma sociedade saudável deve reservar lugar de honra a quem avançou na vida espiritual e realizou essa verdade espiritual porque estes conseguem realmente promover as mudanças essenciais de que todos precisamos.

Este tipo de conhecimento precisa alcançar cada pessoa em todas as partes do mundo. E é o quem vem acontecendo em nossa era moderna. Livros sobre o assunto estão chegando em profusão em todo o mundo, e, um dia, eles provocarão um impacto sobre a mente humana, especialmente quando formos confrontados com vários problemas que não pudem ser resolvidos meramente pelo conhecimento comum apartado da sabedoria.

Precisamos de uma filosofia mais profunda, científica e prática, para nos ajudar a alcançar soluções duradoras. Disse o agnóstico Bertrand Russell: "A menos que os homens cresçam tanto em sabedoria quanto em conhecimento, o aumento do conhecimento produzirá apenas maior aumento do sofrimento".

Maya

O Vedanta declara que nossa natureza real é divina: pura, perfeita, eternamente livre. Não temos que nos tornar Brahman, nós somos Brahman. Nosso verdadeiro Ser, o Atman, é um com Brahman. Mas, se nossa natureza real é divina, por que, então, estamos tão incrivelmente inconscientes disso?

A resposta para essa pergunta está no conceito de maya, ou ignorância. Maya é o véu que encobre nossa natureza real e a natureza real do mundo à nossa volta. Maya é fundamentalmente insondável: não sabemos por que ela existe e não sabemos quando ela começou. O que realmente sabemos é que, como qualquer forma de ignorância, maya deixa de existir com o raiar do conhecimento, o conhecimento da nossa natureza divina.

Brahman é a verdade real da nossa existência: em Brahman, vivemos, movemo-nos (temos nossa existência) e existimos. "Tudo isto é verdadeiramente Brahman", declaram os Upanishads – as escrituras que compõem a filosofia Vedanta. O mundo mutável que vemos à nossa volta pode ser comparado às imagens que se movem na tela do cinema: sem a tela imutável por trás, não pode haver filme. Da mesma forma, por trás deste mundo mutável, é o imutável Brahman – o substrato da existência – quem dá ao mundo sua realidade.

Porém, para nós, essa realidade é condicionada, como um espelho deformado, por tempo, espaço e causalidade – a lei de causa e efeito. Além disso, nossa visão da realidade ainda é obscurecida pela identificação equivocada: nós nos identificamos com o corpo, a mente e o ego, em vez (de nos identificarmos com o) do Atman, o Ser divino.

Essa percepção equivocada original cria mais ignorância e dor, num efeito dominó: ao nos identificarmos com o corpo e a mente, tememos a doença, a velhice e a morte; ao nos identificarmos com o ego, sofremos de raiva, ódio e centenas de outros tormentos. Ainda assim, nada disso afeta nossa natureza real, o Atman.

Maya pode ser comparada às nuvens que encobrem o sol: o sol permanece no céu, porém a nuvem densa nos impede de vê-lo. Quando as nuvens se dispersam, tornamo-nos conscientes de que o sol lá esteve o tempo todo. Nossas nuvens – maya, que surge como egoísmo, ódio, ganância, luxúria, raiva, ambição – são sopradas para longe quando meditamos sobre nossa natureza verdadeira, quando nos ocupamos de ações altruístas e quando agimos e pensamos consistentemente nas formas de manifestarmos nossa real natureza: isto é, por meio de veracidade, pureza, contentamento, autocontrole e paciência. Essa purificação mental afasta as nuvens de maya e deixa nossa natureza divina brilhar.

Shankara, o grande sábio-filósofo da Índia do século sétimo, usava o exemplo da corda e da cobra para ilustrar o conceito de maya. Andando por uma rua escura, um homem vê uma cobra; seu coração bate mais forte, sua pulsação se acelera. Examinando mais de perto, a "cobra" vem a ser um pedaço de corda enrolada. Uma vez que a ilusão se desfaz, a cobra desaparece para sempre.

Da mesma forma, andando pela rua escura da ignorância, vemos a nós mesmos como criaturas mortais, e, à nossa volta, o universo do nome e da forma, o universo condicionado por tempo, espaço e causalidade. Ficamos cientes de nossas limitações, escravidão e sofrimento. Examinando mais de perto, tanto a criatura mortal quanto o universo não são outra coisa 

A meta da vida

"Levante-se, desperte e, aproximando-se dos grandes, ilumine-se; pois esse caminho é difícil de trilhar, como andar no fio de uma navalha afiada, dizem os sábios (que o atravessaram)" - Katha Upanishad (3:16).

Tudo o que é preciso é perceber a verdade. Ela não é um dogma para se acreditar. Lembremo-nos da diferença entre ambos. Dogmas são feitos para serem cridos sem questionamentos. As verdades devem ser compreendidas e verificadas. Verdade é o que já existe. Os Upanisads nos dão verdades verificadas e verificáveis ​​sobre o ser humano e sobre o universo.

Os sábios afirmam que o objetivo da vida humana é perceber e manifestar a nossa divindade (a vida, o conhecimento e o amor infinito que nos são inatos, que já existem em nosso interior). Este é o nosso único destino inevitável. A meta da vida é a excelência humana, isto é: nos tornarmos melhores a cada respiração.

Vedanta oferece às pessoas meios, estímulos e impulsos para que se orientem na direção de sua grandiosidade inata - da sua divindade interior, da grandeza de seu próprio ser profundo.

Vedanta ajuda-nos à obter sabedoria em profundidade, a alcançarmos conhecimento e discernirmos entre o caminho correto e o equivocado.

Ela produz um caráter orientado aos mais nobres valores morais e espirituais que são desprovidos de hostilidades e de ódios, que são plenos de compreensão, amor e de compaixão.

Cada pessoa é potencialmente divina. A meta é manifestar essa divindade interior, controlando a natureza externa e interna. Faça isso seja pelo trabalho, ou pela adoração, ou pelo controle psíquico, ou pela filosofia - por um ou mais, ou todos estes caminhos - e seja livre.

~Swami Vivekananda~

Instrumentos e condições para o sucesso

Temos apenas dois instrumentos essenciais para empreender a jornada da vida: a mente, e o corpo - o complexo corpo-mente.

Duas condições: Primeiramente a observância de valores éticos, porque em última análise estamos unidos uns aos outros.

Nossa conduta no mundo deve ser tal que não sejamos causadores de qualquer discórdia, ressentimento ou desconforto para os demais. A excelência moral é o fundamento da Vedanta.

Depois disso, segue o preparo físico. Precisamos estar fisicamente saudáveis, fortes, livres de doenças e desconfortos. E ter a sabedoria para superar as limitações naturais do corpo. Com estas condições atendidas teremos o vigor e estado de espírito correto para uma aventura dessa natureza.

Um único ponto de partida

Então, por onde começar? Vendata respeita a constituição de cada pessoa e compreende que a prática só pode ser iniciada de um ponto:  onde a pessoa se encontra no presente - independentemente de sua bagagem pessoal, independentemente de seus recursos. Vedanta diz: Comece de onde você está. Aprenda a gostar do que você está fazendo e, em breve, estará fazendo aquilo que gosta. Siga em frente e não pare até alcançar a meta.

Harmonia entre as religiões

Finalmente, Vedanta afirma que todas as religiões ensinam as mesmas verdades básicas sobre Deus, o mundo, e nossa relação com nossos semelhantes. Milhares de anos atrás, o Rig Veda declarou:

A Verdade é uma só, os homens a chamam por nomes diferentes.

~Rig Veda~

As religiões do mundo oferecem diversidade de abordagens sobre Deus, sendo cada uma delas verdadeira e válida. Cada religião oferece ao mundo um caminho único e insubstituível para a realização de Deus.

As mensagens contraditórias que encontramos entre as religiões são mais devidas à doutrinas e dogmas do que à realidade da experiência espiritual. Embora existam diferenças nas observâncias externas das religiões do mundo, as internas têm semelhanças notáveis.

Avatar

Se a multiplicidade do universo teve sua origem no Uno, repousa no Uno e, finalmente, volta para este, o Uno pode assumir qualquer forma. Não há limites para suas modalidades de expressão.

Este Brahman, como fonte de todo poder, tem essa capacidade. O Vedanta chama a Deus de Ela, Ele ou Aquilo; não há viés de gênero. Se Deus pode manifestar-se como universo, ele não poderia assumir a forma de uma Personalidade Divina como Shiva, Vishnu ou como a Deusa? Ou mesmo como uma encarnação em forma humana como Rāma, Krishna, Buda, Jesus ou Ramakrishna?

O mesmo Brahman é compreendido por algumas mentalidades em função de suas crenças, cultura e capacidade como Shiva, por outras como a Mãe Divina, o Espírito Santo, etc. Ele encarna na forma humana como os avatāras, como Rama, Krishna, Buda, Jesus, Śankarācārya e Ramakrishna.

Shiva, Vishnu, Deusa, Espírito Santo não são seres humanos, mas seres idealizados, representados com formas humanas, ou frequentemente com formas super-humanas. E muitos místicos os realizaram através das técnicas das práticas espirituais e expressaram suas experiências através de belíssimas poesias e canções. Mas ainda assim eles não são seres humanos. Deus descendo como ser humano, o avatara, é outra importante orientação que surge no período que se deu depois dos Upanishads, no caminho de bhakti ou devocional.

Na perspectiva devocional, o Deus Supremo pode encarnar-se como um ser humano. Esse conceito de avatar, a encarnação divina como ser humano, veio durante o período do Mahābhārata. Não existe nos Vedas ou nos Upanishads. Mas no Mahābhārata e na literatura posterior, torna-se um ensinamento muito importante. Deus encarnando a Si mesmo neste mundo, vivendo como um ser humano entre os seres humanos, e dando força e estímulo espiritual a todos. 

A história mostrou que a espiritualidade centralizada em um avatar é mais dinâmica e transformadora da humanidade do que aquela centralizada nos vários deuses ideológicos. Podemos descrever um avatar como determinador da história e também como uma divindade. Esse é um desenvolvimento significativo na história da religião; o conceito de avatar também eleva o status da humanidade ao mais alto nível, muito acima dos deuses e de outros seres celestes, o que os Upanishads já haviam feito ao descobrir a verdade da singularidade humana como o infinito e imortal Atman.

A primeira e mais autorizada expressão sobre o assunto do avatar é encontrada na declaração de Sri Krishna no quarto capítulo do Bhagavad Gita, que faz parte do Mahābhārata, o grande épico hindu(4.7-8):

Sempre que há um declínio do dharma (a ciência dos valores morais e humanísticos) e um aumento do adharma (erosão desses valores) na sociedade, eu me encarno (no mundo).

~Sri Krishna~

O próximo verso ilustra ainda mais o conceito de avatar segundo o Vedanta:

Para a proteção das pessoas boas e a destruição dos malfeitores, e para restabelecer o dharma, eu me encarno em cada yuga ou época.

~Sri Krishna~

De acordo com este conceito, o avatar não é apenas uma Personalidade Divina, mas também um fazedor da história. A filosofia interpreta a história, mas o avatar cria a história.

Há uma vasta bobliografia sobre Vedanta

A editora Vedanta se esforça para traduzir grandes títulos da bibliografia de Vedanta para a nossa língua Portuguesa, onde os títulos do assunto ainda são poucos. Você também pode encontrar um material valioso na livraria do Advaita Ashrama na Índia em Inglês.

Livraria Vedanta